• Carlos Eduardo Sales

Estresse no trabalho: como o mal do século prejudica o desempenho da sua empresa

Quais as consequências do estresse no ambiente de trabalho e como sua empresa pode prevenir os riscos gerados por essa doença para o desempenho geral da organização.



Concorrência, competição interna, cobrança por produtividade e alta performance e tantas outras cobranças geram profissionais que chegam a encarar 65 horas semanais de trabalho para manter sua posição no mercado. Mas junto com esse número vem um outro bastante assustador...


De acordo com a International Stress Management Association (Associação Internacional do Controle do Estresse) o Brasil é o segundo país do mundo com o maior nível de estresse no trabalho. Além disso, de cada 10 pessoas ativas, três pelos menos são acometidas pela chamada síndrome de Burnout — esgotamento mental intenso causado por pressões no ambiente profissional.


Tudo isso gera uma cadeia de consequências que não afeta apenas o indivíduo acometido pelo estresse, mas também equipes, gestores e empresas. Se um colaborador não está bem e isso gera um afastamento, a produtividade do time cai, os demais membros ficam sobrecarregados e com maior risco de também serem acometidos por estresse e o desempenho da empresa é diretamente impactado nos resultados ao final do mês.


Ou seja, é uma conta lógica: se sua equipe não está bem, seus resultados não serão bons.


Além disso, existe uma série de problemas secundários decorrentes do estresse que podem prejudicar o ambiente de trabalho: comportamentos contraproducentes, como displicência, revolta e pouca ou nenhuma colaboração com os colegas. Essa irritabilidade pode gerar uma negatividade geral em toda equipe e criar uma bola de neve para o gestor e a empresa.



Os custos do estresse no trabalho


Pessoas que sofrem de estresse podem apresentar doenças como síndrome do pânico, depressão, hipertensão, fadiga, distúrbios do sono, gastrite, doenças do coração, entre outras.


Para as empresas, isso acarreta redução da produtividade, perda de oportunidades, erros, atrasos na entrega de projetos, acidentes de trabalho, aumento dos custos com saúde, má gestão da empresa, custos com ações trabalhistas e maior rotatividade de funcionários, além de impacto direto na receita e resultados, fora possíveis custos com funcionários afastados por estresse.



Conceito e importância da conscientização


Mais do que simplesmente promover um ambiente de combate ao estresse, conscientizar a equipe e cada colaborador da importância da saúde mental é essencial. Até porque, muitas vezes, o problema pode ser externo, mas influenciar diretamente no ambiente de trabalho.


Logo, criar oportunidades para falar sobre o assunto e educar o público corporativo também é um dos caminhos para que as empresas possam combater o estresse e reduzir os riscos para a esfera corporativa.


Uma das alternativas é a realização de palestras de conscientização, chamando profissionais especializados para apresentar o tema ao time. A SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho, uma das obrigatoriedades para as empresas, pode ser um excelente momento para colocar o estresse em pauta e começar o movimento em prol da prevenção e redução de riscos para colaboradores, equipes e empresas.


Entre em contato com nossa equipe e agende uma palestra sobre o tema!

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